{"id":1425,"date":"2025-05-20T17:37:48","date_gmt":"2025-05-20T17:37:48","guid":{"rendered":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/?p=1425"},"modified":"2025-05-20T17:37:50","modified_gmt":"2025-05-20T17:37:50","slug":"desmatamento-caiu-em-todos-os-biomas-brasileiros-em-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/2025\/05\/20\/desmatamento-caiu-em-todos-os-biomas-brasileiros-em-2024\/","title":{"rendered":"Deforestation decreased across all Brazilian biomes in 2024\u00a0"},"content":{"rendered":"<p>15 de maio de 2025<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><strong><em>Pela primeira vez em seis anos, houve queda no desmatamento em todos os biomas<\/em><\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong><em>A Mata Atl\u00e2ntica foi o \u00fanico bioma que se manteve est\u00e1vel em 2024, por\u00e9m j\u00e1 havia apresentado queda de quase 60% no ano anterior<\/em><\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong><em>2024 foi o segundo ano consecutivo de queda no total de \u00e1rea desmatada no Brasil<\/em><\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong><em>Pelo segundo ano consecutivo, Cerrado \u00e9 o bioma com maior \u00e1rea desmatada, ultrapassando a Amaz\u00f4nia&nbsp;<\/em><\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong><em>Quatro dos cinco estados com maior perda de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em 2024 ficam no Matopiba, a principal fronteira de desmatamento do Cerrado<\/em><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Pela primeira vez desde o in\u00edcio da valida\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o de alertas de desmatamento no Brasil, em 2019, a iniciativa MapBiomas Alerta registrou, em um mesmo ano, queda na perda de cobertura de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em todos os biomas do pa\u00eds. A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o ficou na Mata Atl\u00e2ntica, que se manteve est\u00e1vel ap\u00f3s queda relevante no ano anterior e apesar do impacto dos eventos clim\u00e1ticos extremos no Rio Grande do Sul. De acordo com a nova edi\u00e7\u00e3o do RAD \u2013 Relat\u00f3rio Anual do Desmatamento no Brasil, que ser\u00e1 lan\u00e7ada em 15 de maio e traz dados at\u00e9 2024, a \u00e1rea total desmatada no pa\u00eds recuou 32,4% em rela\u00e7\u00e3o a 2023, enquanto o n\u00famero de alertas validados caiu 26,9%. No total, a iniciativa MapBiomas Alerta validou e publicou 60.983 alertas no ano passado, que somaram 1.242.079 hectares desmatados nos seis biomas brasileiros. Este \u00e9 o segundo ano consecutivo de redu\u00e7\u00e3o no desmatamento: em 2023, a retra\u00e7\u00e3o havia sido de mais de 11% em compara\u00e7\u00e3o com 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>O tamanho dos desmatamentos tamb\u00e9m diminuiu em 2024. O n\u00famero de alertas com \u00e1rea maior que 100 hectares, por exemplo, teve uma redu\u00e7\u00e3o de 31% em rela\u00e7\u00e3o a 2023.&nbsp; O dia com maior \u00e1rea desmatada em 2024 foi 21 de junho, quando 3.542 hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa foram desmatados em 24 horas. Ao longo do ano passado, a \u00e1rea m\u00e9dia desmatada por dia foi de 3.403 hectares \u2013 ou 141,8 hectares por hora. No caso da Amaz\u00f4nia, foram 1.035 hectares por dia, ou cerca de 7 \u00e1rvores por segundo. No Cerrado, o ritmo da perda foi mais intenso: 1.786 hectares por dia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo segundo ano consecutivo, o Cerrado \u00e9 o bioma com a maior \u00e1rea desmatada. Em 2024, foram 652.197 hectares \u2013 mais da metade (52,5%) do total desmatado no Brasil no ano passado.&nbsp; A regi\u00e3o do Matopiba concentrou 75% do desmatamento do Cerrado e cerca de 42% de toda a perda de vegeta\u00e7\u00e3o nativa no pa\u00eds. Esses n\u00fameros, no entanto, representam uma queda de 40% em rela\u00e7\u00e3o a 2023. Os quatro estados do Matopiba est\u00e3o entre as cinco unidades federativas que mais desmataram em 2024. O Maranh\u00e3o lidera o ranking pelo segundo ano consecutivo, mesmo com redu\u00e7\u00e3o de 34,3% na \u00e1rea desmatada, que totalizou 218.298,4 hectares no ano passado. Junto com o Par\u00e1, esses estados respondem por mais de 65% da \u00e1rea desmatada no Brasil. Os quatro munic\u00edpios com maiores aumentos proporcionais est\u00e3o no Piau\u00ed: Canto do Buriti, Jerumenha, Currais&nbsp; e Sebasti\u00e3o Leal.<br><br>A Amaz\u00f4nia ficou em segundo lugar, com 30,4% da \u00e1rea desmatada no Brasil (377.708 hectares). Esta foi a menor \u00e1rea desmatada dos seis anos da s\u00e9rie hist\u00f3rica do RAD, iniciada em 2019. Juntos, Amaz\u00f4nia e Cerrado responderam por quase 89% da \u00e1rea desmatada em 2024 e isso se reflete no tipo de vegeta\u00e7\u00e3o mais desmatada no Brasil: pelo segundo ano consecutivo, as forma\u00e7\u00f5es sav\u00e2nicas foram as \u00e1reas mais desmatadas (52,4%) no Brasil, seguidas das forma\u00e7\u00f5es florestais (43,7%).<\/p>\n\n\n\n<p>O Par\u00e1 \u00e9 o estado com maior \u00e1rea desmatada no acumulado de 2019 a 2024, com cerca de 2 milh\u00f5es de hectares desmatados (1.984.813,8 hectares). Em 2024, a maioria dos estados amaz\u00f4nicos apresentou queda na \u00e1rea desmatada, com exce\u00e7\u00e3o do Acre, que registrou aumento de 30%. Apesar disso, a regi\u00e3o conhecida como Amacro registrou queda na \u00e1rea desmatada pelo segundo ano consecutivo. Em 2024 houve uma redu\u00e7\u00e3o de 13% no desmatamento, quando comparado a 2023. Foram 5.753 alertas totalizando 89.826 hectares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A Caatinga vem em terceiro lugar, com 14% de \u00e1rea (174.511 hectares).&nbsp; Mas pela primeira vez desde o in\u00edcio do MapBiomas Alerta, em 2019, o maior desmatamento no Brasil ocorreu no bioma Caatinga. Ele tamb\u00e9m representa o maior alerta j\u00e1 publicado pela iniciativa MapBiomas Alerta nesses seis anos de projeto (alerta c\u00f3digo 1330622). Foram desmatados 13.628 hectares em um \u00fanico im\u00f3vel rural no estado do Piau\u00ed, dentro de uma janela temporal de tr\u00eas meses, o equivalente a seis hectares por hora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os 3% restantes da \u00e1rea total de desmatamento no Brasil ficaram com Pantanal (1,9% ou 23.295 hectares) e Mata Atl\u00e2ntica (1,1%, ou 13.472 hectares). O Pampa aparece com a menor \u00e1rea de desmatamento do relat\u00f3rio: 0,1% do total, ou 896 hectares. Por\u00e9m, os sistemas de detec\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica de supress\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o nativa baseados em sensoriamento remoto ainda tem limita\u00e7\u00f5es nos ambientes campestres, o que pode causar omiss\u00f5es principalmente nos biomas Pampa e Pantanal.&nbsp; No caso espec\u00edfico do Rio Grande do Sul, eventos clim\u00e1ticos extremos alavancaram a perda de vegeta\u00e7\u00e3o nativa nesse estado, que teve aumento de 70%.<\/p>\n\n\n\n<p>Todos os biomas brasileiros tiveram redu\u00e7\u00e3o na \u00e1rea desmatada em 2024, com exce\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica, o bioma com a maior parte de sua \u00e1rea florestal j\u00e1 desmatada. O bioma se manteve est\u00e1vel ap\u00f3s uma queda de quase 60% no desmatamento observada em 2023 (13.212 hectares), na compara\u00e7\u00e3o com 2022 (29.721 hectares). Os resultados no bioma Mata Atl\u00e2ntica foram influenciados pelos eventos clim\u00e1ticos extremos que atingiram o Rio Grande do Sul entre abril e maio de 2024. Caso esses eventos n\u00e3o tivessem ocorrido, o bioma teria registrado uma redu\u00e7\u00e3o de pelo menos 20% na \u00e1rea afetada em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.<\/p>\n\n\n\n<p>O Pantanal se destacou por apresentar a maior queda proporcional, registrando uma redu\u00e7\u00e3o de 58,6% em compara\u00e7\u00e3o a 2023. Em seguida, os biomas que apresentaram as maiores diminui\u00e7\u00f5es foram o Pampa, com 42,1%, e o Cerrado, com 41,2% a menos de \u00e1rea desmatada. Nos biomas Amaz\u00f4nia (16,8%) e Caatinga (13,4%), a queda foi menor.<\/p>\n\n\n\n<p>Dois ter\u00e7os das Terras Ind\u00edgenas n\u00e3o tiveram qualquer evento de desmatamento em 2024, ano em que apenas 33% das TIs no Brasil tiveram ao menos um evento de desmatamento detectado. Juntos, esses eventos somaram 15.938 hectares de perda de vegeta\u00e7\u00e3o nativa dentro de TIs, uma redu\u00e7\u00e3o de 24% no desmatamento nessas \u00e1reas em rela\u00e7\u00e3o a 2023. Essa \u00e1rea equivale a 1,3% do total desmatado no Brasil no ano passado. A Terra Ind\u00edgena Porquinhos dos Canela-Ap\u00e3njekra (MA) foi a que registrou maior \u00e1rea desmatada: 6.208 hectares \u2013 um aumento de 125% em rela\u00e7\u00e3o a 2023. Com isso, ela se manteve novamente na primeira posi\u00e7\u00e3o do ranking.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram perdidos 57.930 hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa dentro de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o (UCs) em 2024 \u2013 uma redu\u00e7\u00e3o de 42,5% em rela\u00e7\u00e3o a 2023. Em UCs de Prote\u00e7\u00e3o Integral a redu\u00e7\u00e3o foi maior: 57,9%, com 4.577 hectares em 2024.&nbsp; A APA Triunfo do Xingu (PA), na Amaz\u00f4nia, foi a UC com maior \u00e1rea desmatada no Brasil, com 6.413 hectares. Esse n\u00famero representa uma redu\u00e7\u00e3o de 31,7% em rela\u00e7\u00e3o a 2023, quando ocupava o terceiro lugar no ranking, com 9.391 hectares. Em segundo lugar est\u00e1 a APA Serra da Ipiapaba, localizada entre os estados do Cear\u00e1 e Piau\u00ed, com 6.145 hectares, seguida pela APA da Chapada do Araripe, entre Cear\u00e1, Pernambuco e Piau\u00ed, com 5.965 hectares.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise dos dados por estado mostra que Goi\u00e1s teve uma expressiva queda de 71% no desmatamento em 2024. O estado passou de 69.388 hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa suprimida em 2023 para 19.467 hectares em 2024. Outros estados que tamb\u00e9m se destacaram foram Paran\u00e1, Esp\u00edrito Santo e Distrito Federal, que apresentaram redu\u00e7\u00e3o de mais de 60% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais de 97% de toda a perda de vegeta\u00e7\u00e3o nativa no Brasil nos \u00faltimos seis anos ocorreram por press\u00e3o da agropecu\u00e1ria. Outros vetores t\u00eam peso distinto de acordo com o bioma. No caso do garimpo, por exemplo, 99% de toda \u00e1rea desmatada por essa atividade est\u00e1 localizada na Amaz\u00f4nia. J\u00e1 no caso de desmatamentos associados aos empreendimentos de energia renov\u00e1vel desde 2019, 93% deles est\u00e3o concentrados na Caatinga. O Cerrado, por sua vez, concentra 45% da \u00e1rea desmatada relacionada \u00e0 expans\u00e3o urbana em 2024.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em seis anos, o desmatamento no Brasil suprimiu uma \u00e1rea equivalente a toda a Coreia do Sul: foram 9.880.551 hectares de 2019 a 2024 \u2013 dois ter\u00e7os dos quais (67%, ou 6.647.146 hectares) ficam na Amaz\u00f4nia Legal.&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>15 de maio de 2025 Pela primeira vez desde o in\u00edcio da valida\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o de alertas de desmatamento no Brasil, em 2019, a iniciativa MapBiomas Alerta registrou, em um mesmo ano, queda na perda de cobertura de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em todos os biomas do pa\u00eds. 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