{"id":328,"date":"2022-07-17T12:02:00","date_gmt":"2022-07-17T12:02:00","guid":{"rendered":"https:\/\/staging-alerta.mapbiomas.org\/?p=328"},"modified":"2024-05-20T14:26:00","modified_gmt":"2024-05-20T14:26:00","slug":"estudo-mostra-que-o-desmatamento-em-2021-cresceu-em-todos-os-biomas-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/2022\/07\/17\/estudo-mostra-que-o-desmatamento-em-2021-cresceu-em-todos-os-biomas-do-brasil\/","title":{"rendered":"Study shows that deforestation in 2021 grew in all biomes in Brazil"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>Em tr\u00eas anos a \u00e1rea desmatada alcan\u00e7ou 42 mil km2, quase a \u00e1rea do Estado do Rio de Janeiro<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"http:\/\/alerta.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/17\/2024\/03\/PressRelease_RAD2021_PORT.pdf\">[Press Release PDF]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/relatorios-e-publicacoes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">>> Acesse o relat\u00f3rio completo e os destaques do RAD 2021<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Brasil perdeu 16.557 km2 (1.655.782 ha) de cobertura de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em todos seus biomas no ano passado, segundo a mais recente edi\u00e7\u00e3o do Relat\u00f3rio Anual de Desmatamento no Brasil (RAD), do MapBiomas. Trata-se de um aumento de 20% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Com a tend\u00eancia de alta no desmate nos \u00faltimos tr\u00eas anos, nesse per\u00edodo o Brasil perdeu quase um Estado do Rio de Janeiro de vegeta\u00e7\u00e3o nativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m aumentou a velocidade m\u00e9dia de desmatamento no pa\u00eds, que passou de 0,16 hectares\/dia para cada evento de desmatamento detectado e validado em 2020 para 0,18 hectares\/dia em 2021. Com uma m\u00e9dia di\u00e1ria de 191 novos eventos, a \u00e1rea de desmatamento por dia em 2021 foi de 4.536 hectares \u2013 ou 189 hectares por hora. Somente na Amaz\u00f4nia foram 111,6 hectares desmatados por hora ou 1,9 hectare por minuto, o que equivale a cerca de 18 \u00e1rvores por segundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo, que refinou e validou 69.796 alertas de desmatamento em 2021 em todo o territ\u00f3rio nacional, avaliou individualmente cada evento de desmatamento cruzando com dados de \u00e1reas protegidas, autoriza\u00e7\u00f5es e cadastro ambiental rural (CAR) e encontrou ind\u00edcios de irregularidades em mais de 98% dos casos.&nbsp; Apenas em&nbsp; 1,34% dos alertas (que correspondem a 0,87% do total desmatado) n\u00e3o foram encontrados ind\u00edcios ou evid\u00eancias de irregularidade. Esse percentual de irregularidade est\u00e1 em linha com os 99% detectados nos relat\u00f3rios anteriores (2019 e 2020).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os alertas de desmatamento que cruzam com com im\u00f3veis rurais cadastrados no CAR correspondem a 77% da \u00e1rea total desmatada. Isso significa que em pelo menos 3\/4 dos desmatamentos \u00e9 poss\u00edvel encontrar um respons\u00e1vel.&nbsp; Foram 59.181 im\u00f3veis com desmatamento detectado no pa\u00eds em 2021, que representam 0,9% dos im\u00f3veis rurais cadastrados no CAR at\u00e9 2021. S\u00e3o reincidentes por terem desmatamento registrado em 2019 e\/ou 2020 19.953 im\u00f3veis registrados no CAR.&nbsp; Quando considerado o per\u00edodo de 2019 a 2021 o n\u00famero de im\u00f3veis com pelo menos um evento de desmatamento detectado sobe para 134.318, o que representa 2,1% dos im\u00f3veis rurais brasileiros. Em outras palavras, n\u00e3o foi detectado desmatamento nos \u00faltimos 3 anos em quase 98% dos im\u00f3veis rurais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201c<em>Para resolver o problema da ilegalidade \u00e9 necess\u00e1rio atacar a impunidade \u2014 o risco de ser penalizado e responsabilizado pela destrui\u00e7\u00e3o ilegal da vegeta\u00e7\u00e3o nativa precisa ser real e devidamente percebido pelos infratores ambientais\u201d, explica Tasso Azevedo, coordenador do MapBiomas. \u201cPara isso, \u00e9 preciso atuar em tr\u00eas frentes, assegurando que: todo desmatamento seja detectado e reportado; todo desmatamento ilegal receba a\u00e7\u00e3o de responsabiliza\u00e7\u00e3o e puni\u00e7\u00e3o dos infratores (ex. autua\u00e7\u00f5es, embargo); o infrator n\u00e3o se beneficie da \u00e1rea desmatada ilegalmente e receba algum tipo de penaliza\u00e7\u00e3o (ex. restri\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito, pend\u00eancia do CAR, impedimento de regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria, exclus\u00e3o de cadeias produtivas).\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma novidade na edi\u00e7\u00e3o deste ano \u00e9 a identifica\u00e7\u00e3o dos vetores de press\u00e3o do desmatamento, como agropecu\u00e1ria, garimpo, minera\u00e7\u00e3o, expans\u00e3o urbana e outros, como press\u00e3o por constru\u00e7\u00e3o de usinas e\u00f3licas e solares, principalmente na regi\u00e3o Nordeste. Os n\u00fameros mostram a preval\u00eancia e a estabilidade no n\u00edvel de press\u00e3o da agropecu\u00e1ria nos \u00faltimos tr\u00eas anos, quando a atividade foi respons\u00e1vel por percentuais de desmatamento acima de 97%. Nesse cen\u00e1rio, o estado do Par\u00e1 diferencia-se em algumas \u00e1reas onde o garimpo foi um expressivo vetor de press\u00e3o. Em \u00e1reas pr\u00f3ximas \u00e0s capitais e grandes centros urbanos, a press\u00e3o ficou por conta da&nbsp;expans\u00e3o urbana.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em todo o Brasil, as \u00e1reas desmatadas com menos de 25 ha representam 82,8% do total de alertas, mas somente 22,8% da \u00e1rea desmatada. J\u00e1 os alertas com mais de 100 ha representam 4,4% dos alertas, mas 51,7% do total desmatado no pa\u00eds. Nessa categoria houve um aumento de 37,8% entre 2020 e 2021. Em 2021, foram constatados 3.040 desmatamentos com mais de 1 km2&nbsp;(100 hectares), sendo que 107 deles superam os 10 km2&nbsp;ou 1.000 hectares. Para efeito de compara\u00e7\u00e3o, o Central Park em Nova Iorque tem 3,41 km2&nbsp;e o Parque Ibirapuera em S\u00e3o Paulo tem 1,6 km2.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este relat\u00f3rio \u00e9 o terceiro de uma s\u00e9rie que tem a finalidade de consolidar e analisar as informa\u00e7\u00f5es sobre todos os desmatamentos detectados nos seis biomas brasileiros, pelos m\u00faltiplos sistemas de alertas dispon\u00edveis, e que foram validados, refinados e publicados pelo projeto MapBiomas Alerta.&nbsp;Ele ser\u00e1 lan\u00e7ado nesta segunda-feira (18\/07) \u00e0s 10:30 horas da manh\u00e3 em webinar no YouTube.<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Amaz\u00f4nia concentrou 59% da \u00e1rea desmatada em 2021<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os n\u00fameros n\u00e3o deixam d\u00favidas de que a Amaz\u00f4nia foi a grande frente de supress\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa do Brasil nos \u00faltimos tr\u00eas anos. Dados mostram que esse bioma concentrou 59% da \u00e1rea desmatada e 66,8% dos alertas de desmatamento em 2021. Foram mais de 977 mil hectares de vegeta\u00e7\u00e3o nativa destru\u00eddos no ano passado &#8211; um crescimento de quase 15% em rela\u00e7\u00e3o aos 851 mil hectares desmatados em 2020 que, por sua vez, j\u00e1 haviam representado um aumento de 10% em rela\u00e7\u00e3o aos 771 mil hectares de desmate em 2019.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em segundo lugar, vem o Cerrado, com pouco mais de meio milh\u00e3o de hectares (30%), seguido pela Caatinga, com mais de 116 mil hectares (7%). Mesmo com menos de 29% de sua cobertura florestal, na Mata Atl\u00e2ntica foram desmatados 30.155 ha \u2013 1,8% da \u00e1rea dos alertas. Apesar de responder pela&nbsp;menor \u00e1rea de alertas (0,1% do total), o Pampa quase dobrou o montante desmatado (92,1%). No Pantanal se observou um aumento de 50,5% nos alertas detectados e 15,7% na \u00e1rea desmatada entre 2020 e 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Juntos, Amaz\u00f4nia e Cerrado representaram 89,2% da \u00e1rea desmatada detectada em 2021. Quando somada a Caatinga, os tr\u00eas biomas responderam por 96,2% das perdas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os maiores aumentos, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1rea desmatada em 2020, ocorreram na Amaz\u00f4nia (126.680 ha) e no Cerrado (83.981 ha), enquanto que em termos proporcionais, ocorreram na Caatinga (88,9%) e no Pampa (92,1%). No caso da Caatinga, o aumento est\u00e1 relacionado ao aprimoramento da nova fonte de dados usada pelo MapBiomas, o SAD Caatinga, especializado na detec\u00e7\u00e3o de desmatamento em matas secas no bioma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora o Cerrado tenha uma participa\u00e7\u00e3o de apenas 9,9% no n\u00famero total de alertas, a \u00e1rea total desmatada representa quase um ter\u00e7o do total (30,2%). Nos biomas Amaz\u00f4nia e Mata Atl\u00e2ntica, predomina o desmatamento em forma\u00e7\u00f5es florestais. No Cerrado, na Caatinga, no Pampa e no Pantanal o predom\u00ednio \u00e9 de outras forma\u00e7\u00f5es n\u00e3o florestais. Como a detec\u00e7\u00e3o de desmatamento em vegeta\u00e7\u00e3o nativa n\u00e3o florestal ainda \u00e9 deficiente, os alertas nestas classes s\u00e3o subestimados. A din\u00e2mica de desmatamento nos biomas tamb\u00e9m apresentou diferen\u00e7as de comportamento em 2021. No Cerrado, o pico do desmatamento aconteceu na primeira quinzena de maio; na Amaz\u00f4nia, foi na segunda semana de julho; na Mata Atl\u00e2ntica e no Pantanal foi em agosto; no Pampa, em outubro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/2022\/07\/18\/para-foi-o-estado-com-a-maior-area-desmatada-em-2021\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">>> Saiba quais foram os estados que mais desmataram em 2021<\/a><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Desmatamento \u00e9 maior em \u00e1reas privadas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Brasil 69,5% de toda a \u00e1rea desmatada em 2021 estavam em propriedades privadas, incluindo 14,1% em assentamentos rurais. Outros 10,6% reca\u00edram sobre glebas p\u00fablicas, sendo 9,3% em terras p\u00fablicas n\u00e3o destinadas. O desmatamento em \u00e1reas protegidas respondeu por 5,3% do total, sendo 1,7% nas Terras Ind\u00edgenas e 3,6% nas Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos biomas Pantanal e Cerrado, a maior parte das \u00e1reas desmatadas se concentra em \u00e1reas privadas (94,1% e 75,9%, respectivamente). Nos biomas Caatinga, Mata Atl\u00e2ntica e Pampa, a concentra\u00e7\u00e3o de alertas ocorre em vazios fundi\u00e1rios (terras devolutas ou \u00e1reas privadas ainda n\u00e3o cadastradas no CAR). Tamb\u00e9m na Amaz\u00f4nia a maior porcentagem do desmatamento ocorre em \u00e1reas privadas (44,6%), seguido por assentamentos rurais (22,2%), \u00e1reas p\u00fablicas (17,2%) e \u00e1reas protegidas (exceto APAs) com 8,5%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos \u00faltimos tr\u00eas anos (entre 2019 e 2021), houve crescimento do desmatamento em todas as categorias fundi\u00e1rias, exceto em Terras Ind\u00edgenas (TIs), o que refor\u00e7a a import\u00e2ncia desses territ\u00f3rios para a preserva\u00e7\u00e3o ambiental. Os aumentos mais expressivos foram em \u00e1reas de vazio fundi\u00e1rio(88%), \u00e1reas p\u00fablicas n\u00e3o destinadas (47%) e \u00e1reas privadas (32%).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A \u00e1rea dos alertas com sobreposi\u00e7\u00e3o total com \u00e1reas com CAR alcan\u00e7ou 1.265.128 hectares, o que representa 76% da \u00e1rea desmatada no pa\u00eds. Por\u00e9m, quando se considera a \u00e1rea dos alertas que cruzam tamb\u00e9m parcialmente com o CAR, este n\u00famero sobe para 1.445.066 hectares, ou 87% da \u00e1rea desmatada no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um ter\u00e7o (33%) de todos os alertas detectados no Brasil em 2021 tem sobreposi\u00e7\u00e3o com \u00e1reas registradas como&nbsp;Reserva Legal (RL). Isso representa 22% do total da \u00e1rea desmatada no pa\u00eds. O n\u00famero de alertas que t\u00eam sobreposi\u00e7\u00e3o com \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APP) declaradas no CAR chegou a 5% do total (em \u00e1rea, 0,6%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fiscaliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A an\u00e1lise das a\u00e7\u00f5es realizadas pelos \u00f3rg\u00e3os de controle ambiental para conter o desmatamento ilegal apontam que os embargos e autua\u00e7\u00f5es realizados pelo IBAMA e ICMBio at\u00e9 maio de 2022 atingiram apenas 2,4% dos desmatamentos e 10,5% da \u00e1rea desmatada identificada entre 2019 e 2021.&nbsp;Nos 52 munic\u00edpios definidos como priorit\u00e1rios pelo Minist\u00e9rio do Meio Ambiente para o combate ao desmatamento na Amaz\u00f4nia, este \u00edndice \u00e9 um pouco melhor: 4,4% do total de alertas e 21,2% da \u00e1rea desmatada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base nos dados dispon\u00edveis, quando somadas as a\u00e7\u00f5es realizadas pelos \u00f3rg\u00e3os federais e estaduais, incluindo Minist\u00e9rios P\u00fablicos, o n\u00famero de alertas de desmatamento detectados entre 2019 e 2021 com a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o sobe para 15.980, o que representa 7,7% do total e 27,1% da \u00e1rea desmatada (1,169 milh\u00e3o de hectares).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No per\u00edodo de 2019 a 2021, houve maior atua\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os fiscalizadores nos estados da regi\u00e3o Sudeste, em compara\u00e7\u00e3o com as outras regi\u00f5es do pa\u00eds, quando se considera o percentual de alertas com a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o como indicador (88,4% no ES, 27,3% no RJ, 26% em MG, e 21,8% em SP). Os estados com a maior propor\u00e7\u00e3o do desmatamento respondido com algum tipo de a\u00e7\u00e3o (seja autoriza\u00e7\u00e3o, autua\u00e7\u00f5es ou embargos) s\u00e3o Esp\u00edrito Santo (86,3%), Mato Grosso (66%), Minas Gerais (43,2%) e Tocantins (40,9%). Os menores \u00edndices est\u00e3o na Bahia (1,7%), Santa Catarina (3%) e Pernambuco (4,4%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os estados que apresentam menor atua\u00e7\u00e3o s\u00e3o Pernambuco (1,1%),&nbsp; Piau\u00ed (1,1%), Amap\u00e1 (1,2%), Bahia (1,4%) e Santa Catarina (1,5%). Observa-se que na maioria desses estados (com exce\u00e7\u00e3o da Bahia) n\u00e3o houve acesso a bases de dados estaduais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/2022\/07\/18\/405-das-terras-indigenas-tiveram-desmatamento-em-2021\/\">>>40,5 das terras ind\u00edgenas tiveram desmatamento em 2021<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sobre o MapBiomas Alerta<\/strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;<em>O MapBiomas Alerta consolida informa\u00e7\u00f5es fornecidas pelos v\u00e1rios sistemas que monitoram o desmatamento no Brasil, tais como DETER\/INPE, SAD\/IMAZON, , GLAD\/Univ. Maryland, SIRAD-X\/ISA, SAD Caatinga\/Geodatin\/UEFS, SAD Pantanal\/SOS Pantanal-ArcPlan e SAD Mata Atl\u00e2ntica\/SOS Mata Atl\u00e2ntica-ArcPlan. Cada alerta \u00e9 validado e refinado, gerando um laudo com imagens de sat\u00e9lite di\u00e1rias em alta resolu\u00e7\u00e3o espacial do antes e depois do desmatamento, al\u00e9m dos poss\u00edveis cruzamentos com limites geogr\u00e1ficos (como biomas, estados, munic\u00edpios e bacias hidrogr\u00e1ficas), recortes fundi\u00e1rios (como Cadastro Ambiental Rural, Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o e Terras Ind\u00edgenas) e situa\u00e7\u00e3o administrativa (como exist\u00eancia de autoriza\u00e7\u00e3o, autua\u00e7\u00e3o ou embargo). O resultado \u00e9 um laudo completo para cada evento de desmatamento detectado no Brasil. Todos os dados e laudos s\u00e3o disponibilizados de forma p\u00fablica e gratuita em plataforma web para que \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o, agentes financeiros, empresas e sociedade civil possam agir para reduzir o desmatamento ilegal. O relat\u00f3rio completo com todos os dados est\u00e1 dispon\u00edvel no site do MapBiomas Alerta (alerta.mapbiomas.org).<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em tr\u00eas anos a \u00e1rea desmatada alcan\u00e7ou 42 mil km2, quase a \u00e1rea do Estado do Rio de Janeiro [Press Release PDF] >> Acesse o relat\u00f3rio completo e os destaques do RAD 2021 O Brasil perdeu 16.557 km2 (1.655.782 ha) de cobertura de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em todos seus biomas no ano passado, segundo a mais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":326,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-328","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"acf":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/17\/2024\/03\/WhatsApp_Image_2022-07-17_at_10.35.26_PM.jpeg",700,506,false],"thumbnail":["https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/17\/2024\/03\/WhatsApp_Image_2022-07-17_at_10.35.26_PM-400x300.jpeg",400,300,true],"medium":["https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/17\/2024\/03\/WhatsApp_Image_2022-07-17_at_10.35.26_PM-300x217.jpeg",300,217,true],"medium_large":["https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/17\/2024\/03\/WhatsApp_Image_2022-07-17_at_10.35.26_PM.jpeg",700,506,false],"large":["https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/17\/2024\/03\/WhatsApp_Image_2022-07-17_at_10.35.26_PM.jpeg",700,506,false],"1536x1536":["https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/17\/2024\/03\/WhatsApp_Image_2022-07-17_at_10.35.26_PM.jpeg",700,506,false],"2048x2048":["https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/17\/2024\/03\/WhatsApp_Image_2022-07-17_at_10.35.26_PM.jpeg",700,506,false],"trp-custom-language-flag":["https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/17\/2024\/03\/WhatsApp_Image_2022-07-17_at_10.35.26_PM-18x12.jpeg",18,12,true],"infographic":["https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/17\/2024\/03\/WhatsApp_Image_2022-07-17_at_10.35.26_PM.jpeg",700,506,false],"team":["https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/17\/2024\/03\/WhatsApp_Image_2022-07-17_at_10.35.26_PM-370x370.jpeg",370,370,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"Adriel Fernandes","author_link":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/author\/adriel-fernandes\/"},"uagb_comment_info":46,"uagb_excerpt":"Em tr\u00eas anos a \u00e1rea desmatada alcan\u00e7ou 42 mil km2, quase a \u00e1rea do Estado do Rio de Janeiro [Press Release PDF] >> Acesse o relat\u00f3rio completo e os destaques do RAD 2021 O Brasil perdeu 16.557 km2 (1.655.782 ha) de cobertura de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em todos seus biomas no ano passado, segundo a mais&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/328","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=328"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/328\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":939,"href":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/328\/revisions\/939"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/326"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=328"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=328"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=328"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}